A lótus (Nelumbo nucifera) é uma planta medicinal também conhecida como flor-de-lótus, lótus-da-Índia, lótus-do-Egito, lótus-sagrada, kamala e lianzi (hindi), dentre outros nomes.
A região que conecta as raízes com o restante do vegetal concentra a maioria das propriedades da planta, contudo, TODAS AS SUAS PARTES SÃO MEDICINAIS.
A LÓTUS age como adstringente, afrodisíaco, antidiarreico, cardiotônico, emenagogo, hemostático, hipotenso, rejuvenescedor, sedativo.
A RAIZ da lótus é um emoliente catarral usado para dispersar o muco estagnado e auxilia em casos de resfriados, sinusites e tosses.
As SEMENTES são calmantes e cardiotônicas, além de serem usada aumentar a concentração e melhorar dificuldades de fala e gagueira.
A lótus é muito usada para o tratamento de afecções respiratórias, tais como catarro pulmonar, desobstrução das vias respiratórias e eliminação de secreções. As sementes melhoram o funcionamento do coração e ajudam a dispersar o muco acumulado nas vias aéreas.
O uso também é indicado para casos de diarreia, distúrbios estomacais, menopausa, pneumonia, tosses e vômitos. Possui propriedades que auxiliam na eliminação de microorganimos e toxinas nocivas do organismo, como é o caso de cólera (infecção intestinal causada pela bactéria Vibrio cholerae) e envenenamento causado por cogumelos.
As raízes e sementes consumidas com arroz agem como um afrodisíaco natural. Na culinária, folhas, talos jovens, pétalas, sementes e rizomas são comestíveis.
A farinha da raiz da lótus é usada para engrossar molhos. Partes tenras jovens podem ser comidas cruas em saladas ou cozidas como um legume. As folhas são usadas para o preparo de chá, embrulho de alimentos para serem assados ou cozinhadas em vapor, apesar de possuírem gosto amargo.
A folha também está disponível na forma de cápsulas e pílulas, que podem ser alternativas para as folhas amargas. As flores podem ser flutuadas em sopas.