Ex-lutador de WWE, ator John Cena foi um dos escolhidos para adquirir o novo GT e deveria manter o carro por pelo menos 2 anos.
A Ford abriu um processo contra o ator e ex-lutador norte-americano John Cena por quebra de contrato e lucro ilegal com a revenda do novo GT, poucas semanas após o superesportivo ser entregue.
Na ação, a fabricante diz que a ex-estrela da luta livre nos EUA havia se comprometido em contrato a ficar com o carro por pelo menos dois anos antes de vender.
A Ford escolheu os compradores do GT por meio de um processo seletivo pela internet, em que pessoas influentes nas redes sociais teriam mais chance de ter a edição limitada.
Cena foi um dos escolhidos e pagou US$ 463.376 (cerca de R$ 1,5 milhão) pelo carro que foi entregue em setembro. Ele até publicou um vídeo quando recebeu o carro.
Mas semanas depois, a Ford descobriu que Cena havia revendido o carro por um preço maior do que havia pago.
O ator admitiu que repassou o carro "para cobrir gastos" e disse que iria "acertar as contas", mas a Ford alega não ter recbido o carro de volta, nem o lucro obtido na transação.
A fabricante pediu mais de US$ 75 mil de indenização, que inclui também perdas com a imagem da marca, já que Cena deveria atuar como um "embaixador", conforme acordado na hora da venda.