No último sábado (14/04/2018) ocorreu a edição do Coachella 2018, um festival de música que acontece no Sul da Califórnia, um dos maiores festivais do mundo, que teve como atração principal uma das maiores cantoras pops (se não a maior) da atualidade, a cantora Beyonce, que deveria ter sido a atração principal em 2017, no entanto não pode participar em função de sua gravidez e foi substituída por Lady Gaga. Beyoncé foi a primeira mulher negra a ser a atração principal do festival, além de ter alcançado outros recordes, o show contou com diversas participações especial, seu marido Jay-Z em "Deja Vú", sua irmã Solange em "Get me Bodied" e houve também um reencontro com Kelly Rowland e Michelle Williams, suas companheiras de "Destiny Child", que não se apresentavam juntas desde o festival "Stellar Gospel Music Awards", "Destiny Child" foi a primeira gilr band a participar do Coachella. Além disso, a performance bateu o recorde de maior streaming ao vivo de todos os tempos, foi a performance mais elogiada e tuítada de toda a história do Coachella e teve a maior sequencia de de dança no palco do Festival.
A performance de Beyonce no festival vem sendo elogiada por fãs, colegas de profissão, a cantora Rihanna assistiu a apresentação e também pela impressão internacional. Para a apresentação Beyoncé ensaiou 11 horas diárias, para apresentar uma performance, histórica, lendária e espetácular de duas horas, com tema marcial, que contou com um elenco de mais de 100 bailarinos, alguns figurinos tiveram inspiraçãoes egipcias (como o da foto).
Desde de seu álbum Lemonade Beyonce vem se mostrando uma artista comprometida com as questões étnico-raciais, durante o espetáculo ela homenageou o cantor nigeriano e criador do afrobeat Fela Kuti, além disso, citou o combativo ativista dos direitos civis da população negra Malcom X.
A crítica tem colocado e com muita justeza Beyoncé, como a maior e melhor artista de sua geração. Bille Werde, especialista em música e colunista da Billboard, defende o ponto de vista de que Beyoncé alcançou ou até mesmo superou a influência de Michael Jackson no mundo pop, embora Werde releve que é uma crítica delicada de ser feita pois tratam-se de períodos distintos, Werde defende seu argumento ao dizer que o reinado de Michael Jackson durou de 1979 a 1992, depois deste período a vida pessoal do cantor sobressaiu a sua carreira, enquanto Beyonce, desde quando lançou sua carreira solo a 14 anos, continua crescendo cada vez mais.