Inglaterra não quer experimentos

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O que está funciona é melhor não mexer. Isso é o que Gareth Southgate, o técnico da Inglaterra, deve ter pensado quando fez sua primeira ligação após o sucesso da Copa do Mundo de 2018.

É verdade que o 'pross' não mostrou grande futebol no evento russo, mas seu nível de competitividade e a solidez da equipe foram dois elementos característicos de uma seleção que enfrentará a Espanha sem características quase novas.

Southgate continuará a confiar no jovem Pickford no gol. O goleiro do Everton, apesar de seus problemas na saída de bola, finalmente parece ter fechado o debate do gol inglês.

Na defesa, os nomes de TrippierWalkerStonesMaguiree Rose já são bem conhecidos pelos torcedores após a Copa do Mundo.

As centrais são muito fortes no topo, embora sejam bastante fracas no início da bola, e as bandas de defesa de cinco homens são bem cobertas por Trippier (especialista em jogos de estratégia) e Rose (uma bala de verdade).

Junto com eles, Southgate chamou Joe Gomez e Alexander-Arnold, jovens talentos do LiverpoolTarkovski (estreante do Burnley) e Luke Shaw, que não joga com sua equipe desde 2015.

No meio-campo, Henderson continuará sendo o líder e a alma da equipe. Ao lado dele, DierLingardDelph ou Loftus-Cheek colocarão trabalho e chegada, deixando o talento e as ideias para Dele Alli. O jogador do Tottenham é o principal foco ofensivo da zona intermediária e deve ser a solução para a falta de criação de jogos do Southgate.

Por outro lado, a Inglaterra terá três homens muito diferentes. Welbeck é o mais contestado por seu desempenho no Arsenal, ainda que o baixa de Sterling lhe abriu as portas.

Rashford é o presente e futuro do 'pross'. Aos 20 anos, falta um pouco de regularidade, mas seu talento certamente o levará daqui até pouco tempo para ser um dos pontos de referência da equipe.

E finalmente o homem mais temido dos ingleses: Harry Kane. O atacante foi um dos grandes nomes da Copa do Mundo e sua capacidade de marcar e dar assistências a seus companheiros de equipe é vital. É o '9' da Inglaterra sem qualquer discussão.

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