IMobilização
Quatro mil pessoas estão mobilizadas nas operações de resgate a bordo de navios e aviões argentinos e de pelo menos outros sete países, entre eles, o Brasil e os Estados Unidos.
A agência alemã Deutsche Welle afirmou no início da semana, citando a Marinha, que a embarcação possui capacidade para armazenar oxigênio e se manter submerso por sete dias consecutivos. A Marinha reconhece que a operação de busca entrou em um "momento crítico" e corre contra o relógio.
No dia 15, o ARA San Juan vei[
nformação coincide com a dada pelos EUA de que houve 'anomalia hidroacústica' poucas horas após o último contato do ARA San Juan.
Não há indícios de que a tripulação tenha lançado mão de nenhum dos dispositivos de localização à disposição, o que reforça a hipótese de um evento abrupto.
Panes elétricas, como as reportadas pela tripulação, são comuns em veículos do tipo. Por isso os submarinos possuem sistemas redundantes para continuar navegando mesmo com avarias. As autoridades militares também afirmam que os tripulantes não demonstraram sinais de preocupação ou pânico na fala, por isso, a mensagem do dia 15 não provocou temores de um desfecho mais grave, de início.No dia 15, o ARA San Juan veio a superfície e comunicou uma avaria nas baterias em seu último relatório. "A embarcação foi à superfície e comunicou esta avaria, por isso o comando da força indicou que o submarino mudasse de rota e fosse para Mar del Plata", afirmou em coletiva de imprensa Gabriel Galeazzi, chefe da base naval de destino do submarino.
Desde o desaparecimento, diversos supostos sinais recebidos pela Marinha argentina e pelas equipes de busca foram descartados como alarmes falsos.