Governo de Minas Gerais confirma 76 mortes por febre amarela

Mateus Kirch

governo de Minas Gerais informou, nesta quinta-feira (15), que o número de mortes causadas pela febre amarela chega a 76 no estado. Em relação ao último balanço, divulgado no dia 6 de fevereiro, foram registrados 15 novos óbitos.

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De acordo com a Secretaria de Estado de Saúde (SES), no total, 183 casos da doença foram confirmados no estado. Outros 404 seguem sob investigação.

Do total de casos confirmados, 167 (91,3%) se referem a pacientes do sexo masculino, e 16 (8,7%) do sexo feminino. Já entre as vítimas que morreram, apenas três eram do sexo feminino.

Ainda segundo a SES, até o momento, não há relato de vacinação para a febre amarela entre os casos confirmados. A média de idade pacientes é de 48 anos. O mais novo tem 3 anos, e o mais velho, 88.

A letalidade da doença é de aproximadamente 41,5%.

As mortes confirmadas se referem a pacientes das seguintes cidades:

seis em Nova Lima, na Região Metropolitana;

seis em Mariana, na Região Central;

três em Belo Horizonte;

três em Barão de Cocais, na Região Central;

três em Brumadinho, na Região Metropolitana;

três em Caeté, na Região Metropolitana;

três em Ouro Branco; na Região Central;

três em Juiz de Fora, na Zona da Mata;

três em Rio Preto, na Zona da Mata;

duas em Barra Longa, na Zona da Mata;

duas em Conceição dos Ouros, Sul de Minas;

duas em Piau, na Zona da Mata;

duas em Piranga, na Zona da Mata;

duas em Ponte Nova, na Zona da Mata;

duas em Porto Firme; na Zona da Mata;

duas em Rio Acima, na Região Metropolitana;

duas em Santa Bárbara, na Região Central;

uma em Aguanil, Centro-Oeste de Minas;

uma em Alvinópolis, na Região Central;

uma em Belmiro Braga, na Zona da Mata;

uma em Belo Vale, Região Central;

uma em Bicas, na Zona da Mata;

uma em Carmo da Mata, no Centro-Oeste;

uma em Ervália, na Zona da Mata;

uma em Goianá, na Zona da Mata;

uma em Itaverava, na Região Central;

uma em Jeceaba, na Região Central;

uma em Mar de Espanha, na Zona da Mata;

uma em Maripá de Minas, na Zona da Mata;

uma em Mateus Leme, na Região Metropolitana;

uma em Matias Barbosa, na Zona da Mata;

uma em Passa Tempo, no Centro-Oeste;

uma em Poço Fundo; no Sul de Minas;

uma em Presidente Bernardes, na Zona da Mata;

uma em Raposos, na Região Metropolitana;

uma em Rio Manso, na Região Central;

uma em Rio Novo, na Zona da Mata;

uma em Santa Rita de Jacutinga, na Zona da Mata;

uma em Santo Antônio do Aventureiro, na Zona da Mata;

uma em Santos Dumont, na Zona da Mata;

uma em São Tomé das Letras, na Região Sul;

uma em Senhora de Oliveira, na Zona da Mata;

uma em Simão Pereira, na Zona da Mata;

uma em Viçosa, na Zona da Mata.

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