O deputado federal Paulo Teixeira (PT-SP) entrou com uma reclamação disciplinar contra o juiz Marcelo Bretas, da Lava Jato do Rio, pelo fato de o magistrado receber auxílio-moradia dobrado, uma vez que sua esposa também é juíza e recebe o auxílio, o que é vedado pelo CNJ.
O casal também vive em um imóvel próprio no Rio e possui outro imóvel próprio alugado, lembra Teixeira em documentos encaminhados à presidente do Conselho Nacional de Justiça, ministra Cármen Lúcia (acesse aqui), e ao corregedor nacional de Justiça, João Otávio de Noronha (aqui).
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Para receber o benefício em dobro, Bretas recorreu à Justiça e obteve decisão favorável. No documento, o deputado afirma que Bretas “se comportou de maneira deplorável, expondo a magistratura diante da sociedade”.
“Desde quanto a decisão judicial poderia “garantir” o benefício em confronto com a regra claramente estabelecida pelo CNJ de que magistrados que vivam sob o mesmo teto não fazem jus a dois benefícios, mas a apenas um? O pagamento em dobro é locupletamento ilícito e enriquecimento sem causa do magistrado”, protesto o parlamentar.
CLICK POLÍTICA com informações de brasil247