Daqui a 40 dias, quando estrear na Sapucaí como rainha de bateria da Imperatriz Leopoldinense, um filme promete passar pela cabeça de Flávia Lyra. Bombeira, não foram poucas as vezes em que acompanhou o desfile do Grupo Especial a serviço, sem poder esboçar qualquer empolgação, sempre a postos para eventuais problemas. “Eu ouvia aquele samba todo, não podia mexer um dedinho. Tinha que manter a postura”, conta.