A abertura do procedimento afirma que o caso pode conter crimes contra a administração pública, como prevaricação, e outros crimes conexos, como falsidade ideológica ou material.
O Ministério Público Estadual do Rio de Janeiro abriu formalmente nesta quarta-feira (1º) um procedimento para apurar a instalação de uma sala de cinema na cadeia pública José Frederico Marques, em Benfica, na Zona Norte do Rio. Lá estão presos o ex-governador Sérgio Cabral e outros envolvidos na Operação Lava Jato.
A abertura do procedimento afirma que o caso pode conter crimes contra a administração pública, como prevaricação, que é o uso de cargo público para obter benefício pessoal, e outros crimes conexos, como falsidade ideológica ou material.
Outra justificativa para a abertura do processo, segundo os promotores, são as possíveis contradições apresentadas por parte de agentes públicos e a informação de que os bens teriam sido doados por uma igreja, que nega a doação.
Na terça-feira (31) a GloboNews também já tinha anunciado que promotores pretendiam abrir o procedimento para analisar a legalidade da instalação do cinema.