CASOS DE INCESTO HISTÓRICOS POUCO CONHECIDOS QUE VÃO TE CHOCAR

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Seja pra "proteger a linhagem pura" ou por razões filosóficas, religiosas e de qualquer outro motivo, muitas famílias antigas (e até atuais) já incentivaram o incesto, algo que desde sempre foi bizarro culturalmente e biologicamente. Sim, pois com o entrecruzamento e repetição de material genético, as chances de falhas genéticas e problemas de saúde são altas, fora o reflexo social, já que o incesto sempre foi abominado pelas mais variadas sociedades.

As famílias egípcias, por exemplo, faziam isso por gerações. Por isso, o rei Tut, por exemplo, tinha problemas lábio leporino, pedaços de pele com necrose e outros problemas. Já o rei Charles II, depois de 200 anos de incesto familiar, nasceu com uma língua tão grande que mal conseguia falar, o que piorava com uma mandíbula irregular. Conheça aqui outros casos igualmente nojentos e impressionantes:

O povo havaiano acreditava que o incesto era um privilégio divino para a Família Real, o que fazia parte da tradição cultural do país e deu vida a dois de seus reinantes, o príncipe Kamehameha III e sua irmã, Nahienaena. O problema é que quando os jesuítas chegaram lá, não gostaram do que viram, em especial porque os dois irmãos eram um casal. Os cristãos ensinaram o conceito pecaminoso de incesto para a população e ajudaram no ódio contra o casal, que logo perdeu o homem com a morte de uma filha doente e da própria Nahienaena.

Mais comum no fim do Império, o incesto era também somente para a Família Real e considerado um crime para a população geral, que era considerada inferior. Isso começou a virar um problema quando filhos de dois pais no poder julgavam ter mais direito ao trono do que mestiços, o que gerou diversos conflitos pela sucessão dos tronos.

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