Os recursos que são transferidos do ministério da saúde para os estados, municípios e Distrito Federal terão mudanças a partir de 31 de janeiro. As distribuições, agora, serão feitas por meio de dois blocos: custo e investimento. Tem-se em mente que a mudança favoreça o uso de recursos por administradores da área de saúde, uma vez que terão mais liberdade na definição para quais políticas serão destinados os investimentos.
Os repasses acontecem em seis blocos: atenção básica, atenção especializada, vigilância epidemiológica, vigilância sanitária, produtos profiláticos e terapêuticos e alimentação e a nutrição.
O Governo dispõe de R$ 75 bilhões para dividir o custo das ações de saúde que chega a R$ 243 bilhões. Aproximadamente R$ 7 bilhões ficaram nas contas da própria federação. Aprovou-se então, na Comissão Inter gestores Tripartite, feita em parte por representantes do Ministério da Saúde, Conselho Nacional de Secretários de Saúde e do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde, a divisão.
Para monitorar melhor, os gestores serão obrigados a mostrar a programação das ações e previsão orçamentária pelo DigiSUS (Documento Digital Do Sistema Único de Saúde).