Cesta básica fica mais barata em Natal, mostra DIEESE

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Cesta básica fica mais barata em Natal, mostra DIEESE

Na capital do RN, departamento encontrou menor valor entre capitais pesquisadas

Por Redação

7 de novembro de 2018 | 12:55

Foto: Alberto Leandro/Portal No Ar

O preço do conjunto de alimentos essenciais aumentou em 16 das 18 cidades onde o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE) realiza a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos. As altas mais expressivas foram registradas em Fortaleza (7,15%), Porto Alegre (6,35%), Vitória (6,08%) e Rio de Janeiro (6,02%). As retrações aconteceram em Recife (-0,77%) e Natal (-0,12%).

Em Natal, o custo do conjunto dos alimentos básicos totalizou R$ 329,90. Foi o menor valor entre as 18 capitais pesquisadas pelo DIEESE. Em 12 meses, foi registrada variação anual positiva de 1,48% e, nos 10 meses de 2018, de -0,39%.

Entre setembro e outubro de 2018, oito produtos tiveram redução em seu preço: banana (-16,95%), farinha de mandioca (-8,54%), leite integral (-2,51%), açúcar refinado (-2,26%), manteiga (-0,97%), café em pó (-0,85%), óleo de soja (-0,80%) e carne bovina de primeira (-0,17%). Os preços dos outros quatro produtos tiveram aumento: tomate (18,14%), feijão carioquinha (1,84%), pão francês (1,35%) e arroz agulhinha (0,38%).

Em 12 meses, sete produtos tiveram taxa acumulada negativa de preços: banana (-29,17%), farinha de mandioca (-21,74%), açúcar refinado (-15,62%), feijão carioquinha

(-14,18%), café em pó (-2,67%), óleo de soja (-1,86%) e manteiga (-1,09%). Outros cinco produtos mostraram elevação em seu preço médio: tomate (31,46%), leite integral

(17,96%), pão francês (11,25%), carne bovina de primeira (3,51%) e arroz agulhinha (1,74%).

O trabalhador natalense cuja remuneração equivale ao salário mínimo precisou cumprir jornada de trabalho, em outubro, de 76 horas e 05 minutos; e, em setembro, de 76 horas e 10 minutos. Em outubro de 2017, a jornada era de 76 horas e 20 minutos.

Em outubro de 2018, o custo da cesta em Natal comprometeu 37,59% do salário mínimo líquido (após os descontos previdenciários). Em setembro, o percentual exigido era de 37,63%; e, em outubro de 2017, de 37,71%.

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