Dos mortos em Alcaçuz, um era chefe do PCC e outro teve fuga malandra abortada

Portal no Ar

Na noite desse domingo, 25, agentes penitenciários encontraram dois presos enforcados com lençóis em Alcaçuz, o maior complexo prisional do Rio Grande do Norte, localizado em Nísia Floresta. Foram os primeiros assassinados após o massacre de 2017, quando 26 corpos foram encontrados. As vítimas desta semana eram nomes conhecidos da crônica policial pelos feitos deles no mundo do crime.

O PORTAL NO AR traz um breve histórico de episódios envolvendo os presos encontrados mortos na Penitenciária Estadual Rogério Coutinho Madruga, anexo de Alcaçuz. Eles estavam no Pavilhão I, Cela 08, da Ala A, com outros dez detentos.

Nego Lázaro

Encontrado morto em Alcaçuz na noite desse domingo, 25, Lázaro Luís de França Ferreira, de 34 anos, conhecido como ‘Nego Lázaro’, era um dos presos mais perigosos do Rio Grande do Norte, onde era um dos chefes da facção Primeiro Comando da Capital, o PCC.

A ficha de Nego Lázaro conta até com passagem por presídio federal. Isso aconteceu em 2011 quando ele foi enviado à Penitenciária Federal de Mossoró após ataques a ônibus em Natal. À época ele já era visto como um dos chefes do PCC no estado.

O detento morto em Alcaçuz nesta semana estava preso na unidade desde 2014 por diversos crimes como assassinato, assalto e tráfico de drogas.

O Sheik

Companheiro de cela de Nego Lázaro, Shakespeare Costa de França, que tinha 24 anos, foi manchete na crônica policial em 2015. Naquele ano, Sheik, como era conhecido, fez uma calça com forro de colchão para substituir a bermuda azul usada pelos detentos com a intenção de fugir em meio a visitas do presídio.

Os agentes penitenciários reconheceram Sheik, preso por homicídio, e evitaram a fuga.

0
0
おすすめ