O ministro do Supremo e relator dos processo da Lava Jato poderá desempenhar importante papel no Caso Lula.

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Nessa terça-feira, 6 de março, o ex-presidente e réu em vários processos Luiz Inácio #Lula da Silva (PT) perdeu mais uma vez ao ter o habeas corpus negado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). Conforme condenação em segunda instância, o petista poderá ser preso a qualquer momento e ainda está inelegível para as eleições presidenciais deste ano. Lula é acusado de crimes de corrupção e lavagem de dinheiro.

O ministro do Supremo Tribunal Federal (#STF) Edson Fachin [VIDEO] poderá ser acionado em situação emergencial. Conforme Lula teve o pedido do habeas corpus negado no STJ, Fachin poderá ser procurado novamente para reanalisar o caso.

A defesa do petista, composta pelos advogados Cristiano Zanin e Sepúlveda Pertence, poderão pedir socorro ao ministro.

Dias antes do habeas corpus ser julgado, o ministro Fachin recebeu em seu gabinete diversos petistas, entre eles o advogado Pertence, Tião Viana, Luiz Marinho e Gilberto Carvalho. O encontro dos petistas seria para pressionar o ministro do STF. O objetivo é salvar Lula da cadeia. Além de Fachin, #Cármen Lúcia, a presidente do STF, também está sendo pressionada com diversas visitas inesperadas em seu gabinete.

A defesa de Lula poderá apresentar um novo habeas corpus a Fachin, ou, então, fazer uma aditamento no recurso que já foi remetido ao plenário. Os advogados não irão mais recorrer a uma decisão monocrática, mas, sim, colegiada. O ex-presidente se encontra na estaca zero e poderá ser surpreendido a qualquer momento pelo camburão da Polícia Federal.

Presidente do Supremo pressionada

Cármen Lúcia está passando por momentos de pressão na Corte. Há ministros que exercem tensão sobre a magistrada para que seja votado novamente a questão sobre prisão após condenação em segunda instância. Em 2016, a turma do STF votou e decidiu que o condenado poderá ser imediatamente preso após entendimento em segunda instância.

No entanto, após o ex-presidente Lula [VIDEO] ser julgado e condenado, há ministros que querem rediscutir o caso, talvez com o propósito de livrar Lula da cadeia.

Fachin de olho no Planalto

Além dos casos envolvendo Lula, Fachin deverá analisar o caso do presidente da República, Michel Temer, no inquérito que investiga o Decreto dos Portos. O relator da Lava Jato no Supremo acatou um pedido da Procuradoria Geral da República em colocar Temer como investigado, mas não denunciado devido o foro privilegiado.

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