Tribunal examinará processo de paternidade contra cantor Julio Iglesias

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Javier Sánchez Santos conseguiu um teste de DNA que indicaria 'com 99,9% de chances' que é filho do cantor.

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Um tribunal de Primeira Instância de Valência (leste da Espanha) aceitou examinar um pedido de paternidade movido contra Julio Iglesias pelo jovem Javier Sánchez Santos, de 27 anos. Ele assegura ser filho do cantor.

Segundo informou nesta quinta-feira (21) o Superior Tribunal de Justiça de Valência, o juiz concordou em enviar a demanda ao promotor e aos co-réus para que respondam em 20 dias.

Santos apresentou o pedido em 4 de setembro nos tribunais de Valência e afirmou então que tinha em seu poder uma prova "irrefutável" de DNA, conseguida pela "melhor equipe de detetives do país", que demonstrava que é filho de Iglesias.

"Tiveram que se passar 27 anos para conseguir uma prova de DNA que o meu pai biológico sempre rejeitou. Essa prova indica, com 99,9% de chances, que sou seu filho e que a minha mãe sempre disse a verdade. É hora da justiça reparar o dano", afirmou.

O escritório de advocacia Osuna Abogados, que representa o jovem, emitiu um comunicado no qual assegura que a decisão do tribunal é "uma boa notícia".

Segundo a nota, "a situação atual difere da ocorrida no momento de interposição da anterior demanda", que foi desconsiderada em 1999.

"Há muitos anos não existia uma prova nova que pudesse voltar a ser avaliada", dado que Julio Iglesias "continuava se opondo a realizar o citado exame biológico."

No entanto, atualmente "existem novos elementos que permitem uma nova avaliação de todos os dados apresentados anteriormente e que não puderam ser alvo de teste na hora de dar a sentença".

Além disso, "a nova avaliação das provas não pode ser realizada sobre provas que já estavam em poder do mesmo (tribunal), mas sim poderia ser realizada sobre novas provas como é o caso atual ao dispor de um exame de DNA coincidentes".

O exame de DNA em que se sustenta a demanda foi realizada comparando 15 objetos diferentes recolhidos por um detetive em Miami (EUA) durante nove dias de trabalho.

O advogado Fernando Osuna explicou há meses em uma entrevista à Agência Efe que a análise foi realizada sobre "objetos que não têm valor, que foram desprezados, uma bituca, um lenço, uma lata de bebida, um guardanapo".

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