Congelada por 24 anos: uma recém-nascida é apenas um ano mais nova do que sua mãe

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Quando um bebê chega na família, tudo muda, o amor é visto de outra forma e a alegria toma conta de todos, mas esse relato apesar de ser tão emocionante quanto qualquer nascimento é um pouco mais distinta.

Quando Emma Wren Gibson, nasceu ela poderia ser comparada a qualquer bebê, mas um detalhe um quanto fascinante esta deixando as pessoas bem confusas: você pode até não acreditar, mas ela tem 24 anos. Isso mesmo você não leu errado!

Em entrevista para a CNN sua mãe Tina Gibson disse: “Eu só queria um bebê. Não me importo se é um recorde mundial ou não”.

Emma nasceu em 25 de novembro de 2017, no Tennessee, EUA. Filha de Tina e Benjamin Gibson, ambos ficaram radiantes com a filha, mas algo inacreditável tornava Emma uma criança única, ela foi concebida há 24 anos.

Pode parecer loucura, mas Emma foi concebida em 1992, através de um embrião que foi congelado e doado por seus pais biológicos.

Essa história começou quando Benjamim e Tina decidiram que queriam ter filhos. Benjamim de 33 anos e Tina de 26, mesmo ambos sendo jovens, eles tinham consciência de que seria difícil conseguir ter um filho de forma natural, haja visto que Benjamin tem fibrose cística.

Então eles começaram a pensar em adoção, pensaram sobre a possibilidade por algum tempo, após o pai de Tina acompanhar algumas notícias sobre embriões e fertilização na TV, ambos começaram a alimentar essa ideia.

No início Tina teve dúvidas, porém, depois de muita conversa o casal acabou concordando que esse seria o melhor caminho.

Esse tipo de doação significa que um casal que fertilizou embriões, pode congelar e posteriormente permitir que o mesmo seja adotado por uma família. Feito isso o embrião adotado é descongelado e transferido para o útero da mãe que ira fazer a gestação.

Segundo os médicos do Centro Nacional de Doação de Embriões, é difícil afirmar que Emma é o embrião mais antigo do mundo.

Zaher Merhi, que é médico de diretos de pesquisa e desenvolvimento da FIV no New Hope Fertility Center, disse a CNN que: “Identificar o embrião conhecido mais antigo é simplesmente uma impossibilidade”.

Já Tina não tem preocupação nenhum com isso, ela disse que só queria um bebê e que esse detalhe é o que menos importa.

O avanço da tecnologia tem transformado a reprodução humana. Existem variadas opções para contornar a infertilidade, assim como nesse caso.

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