Eduardo Paes admite que foi ingrato com o PSDB

VEJA
Mea-culpa (Bia Alves / Fotoarena/VEJA)

O convite de Geraldo Alckmin para Eduardo Paes se candidatar ao governo do Rio pelo PSDB deve ter derrubado o ex-prefeito da cadeira.

Há cerca de dois meses, quando Paes mantinha conversas frequentes com o PDT, um curioso perguntou se ele não cogitava voltar ao ninho tucano.

Paes rechaçou na hora e deu a entender que sentia-se “persona non grata” entre os peessedebistas.

“Se fui ingrato com alguém na vida pública, foi com o PSDB. Não tem chances de voltar”, cravou o pré-candidato na ocasião.

O pessimismo fazia sentido. Em 2007, ele largou o partido, do qual era secretário-geral, para se filiar ao PMDB, para abraçar Sérgio Cabral e formar palanque com Lula.

E nem todo mundo esqueceu, prova disso é que o deputado tucano Otavio Leite está armando uma quizumba contra o possível retorno do ex-prefeito.

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