Metroviários de SP aprovam greve para esta quinta-feira

VEJA
Movimentação de passageiros na estação de metrô Corinthians Itaquera, zona leste de cidade de São Paulo durante paralisação dos trabalhadores contra a reforma da previdência proposta pelo governo Temer - 15/03/2017 (Ricardo Matsukawa/VEJA.com)

(Texto aberto para não assinantes, por se tratar de serviço essencial)

Os metroviários de São Paulo decidiram em assembleia hoje à noite aprovar uma greve para esta quinta-feira, 18. A paralisação deve atingir todas as linhas do Metrô, exceto as privatizadas – caso da linha 4-amarela.

Segundo o Sindicato dos Metroviários de São Paulo, a paralisação está prevista para começar à 0h.

  • Política 17 jan 2018 - 21h01

No Facebook, o coordenador-geral do sindicato, Wagner Fajardo, diz que a greve é um protesto contra a concessão à iniciativa privada das linhas 5-Lilás e a 17-ouro (monotrilho). Os vencedores serão conhecidos na sexta-feira, 19.

“A companhia vai implementar o leilão, independentemente das tratativas do sindicato para tentar barrar o processo judicialmente”, diz Fajardo.

Ele afirma que a entidade quer evitar que outras linhas sejam entregues à iniciativa privada. “A paralisação é para barrar a privatização, denunciar um processo deturpado, viciado, que favorece determinados grupos econômicos”, disse.

Na segunda-feira, o Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (TRT-2) concedeu parcialmente pedido de liminar feito pelo Metrô, limitando a greve da categoria. A decisão do desembargador Carlos Roberto Husek determina que 80% da frota circule nos horários de pico – compreendidos de 6h às 9h e das 16h às 19h – e 60% nos demais intervalos.

No Twitter, o Metrô de São Paulo criticou a decisão da categoria de entrar em greve.

Rodízio

O rodízio e zona azul estarão liberados na cidade de São Paulo nesta quinta, segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET)

Metrô de São Paulo
O Metrô lamenta a decisão tomada pelo Sindicato dos Metroviários de deflagrar greve nesta quinta-feira (18), que irá prejudicar o transporte de mais de 4 milhões de usuários. O Metrô vai acionar seu plano de contingência p/garantir o serviço essencial: http://midi.as/pB72

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