Prestes a voltar do recesso, a Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) deve botar de pé duas CPIs com enorme poder de estrago.
A primeira diz respeito aos supersalários pagos a juízes no estado.
Como o Radar já mostrou em levantamento exclusivo, dos 861 magistrados do Rio, apenas seis ganham abaixo do teto constitucional.
A segunda CPI é sobre esquemas de corrupção na Federação das Empresas de Transporte de Passageiros (Fetranspor).
Ela pode atingir em cheio dezenas de parlamentares fluminenses.