Prédio onde funcionava gabinete do governador de MG, na Cidade Administrativa, é desativado;

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O Palácio Tiradentes, na Cidade Administrativa, em Belo Horizonte, local onde fica o gabinete do governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT), está sendo desativado. De acordo com nota divulgada pelo governo do estado, o objetivo é reduzir os gastos, já que o local consome cerca de R$ 5 milhões por ano.

Cerca de 150 servidores das secretarias de Estado de Governo (SEGOV), de Casa Civil e de Relações Institucionais (SECCRI) e Geral de Governo (SGG) estão sendo realocados para os prédios Minas e Gerais, que ficam no mesmo espaço.

O objetivo é fazer com que os funcionários preencham 1.428 estações de trabalho que, segundo o governo, estão livres. Elas estariam consumindo energia, manutenção e limpeza, gerando despesas mesmo não estando ocupadas. A meta é reduzir os gastos em 40%.

O governador Fernando Pimentel tem despachado no Palácio da Liberdade, antiga sede do governo do estado, na Região centro-Sul de Belo Horizonte.

O Palácio Tiradentes é um dos maiores prédios suspensos do mundo. O espaço entre a construção e o solo tem 147 metros de comprimento e 26 metros de largura. O palácio é suspenso por mais de mil cabos de aço.

A Cidade Administrativa custou R$ 1,3 bilhão e foi inaugurada em março de 2010, durante governo de Aécio Neves (PSDB). A construção do complexo, que é investigado pela operação Lava Jato, fica em uma área de 290 mil metros no bairro Serra Verde, na Região Norte de Belo Horizonte.

Hipoteca

O governador Fernando Pimentel (PT) sancionou em 2017 a lei 22.606/17 que propõe a criação de fundos estaduais, entre eles os que permitem ao governo vender ou hipotecar imóveis públicos, incluindo a Cidade Administrativa, sede do governo do estado. O texto é de autoria do próprio governador e teve origem no projeto de lei 4.135/17 governador.

A lei prevê, por exemplo, que investidores comprem cotas destes locais e o governo pague aluguel para usá-los. O objetivo do Executivo é aumentar a arrecadação. O governo também propõe vender 200 imóveis ociosos.

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